sua mira era praticamente infalível. acertava em quase todas as tentativas. quase todas. ele não era perfeito, é claro. ele errava. errava o alvo.
por vezes, num destes erros de mira, a flecha acabou por atingir um animal que corria pela campina. o garoto, assustado, perdia a reação. segundos depois, recuperado, se conscientizava do que havia causado.
só que, ao contrário das pessoas, ele não foi covarde. correu até o animal e tentou salvar-lhe a vida. havia admitido o erro e estava lutando para mudar o rumo da história. fez como se não houvesse cometido nada. apagou aquele desastre de sua mente. simplesmente foi honesto consigo mesmo e tentou resolver o que causou.
é assim que acontece em nossas vidas. somos 'máquinas em teste'. sempre errando, sempre falhando. como se, em alguns momentos, os fluidos (sentimentos) das máquinas tomassem o controle e agisse indiferente à mente, fazendo-nos desviar do nosso alvo, das nossas metas.
ao errar, pelo menos, sejamos capazes de admitir nosso erro e, ao invés de tentar ocultá-lo, devemos aceitá-lo, esquecê-lo e tentar resolver as consequências deste erro.
Parabéens Jayrinho *--*
ResponderExcluirÓtimo post (:
Obrigado, Ellenzinha.
ResponderExcluirTenho tentado escrever textos bons.
Aprendendo... kkk