auto conhecimento. uma pseudo certeza. o sentimento precipitado. uma falsa convicção, resultado: frustração. pós auto estudo, nova certeza. nova descoberta. de novo o novo. novidade e novamente uma 'novidade': a frustração.
auto estima. um sentimento? reação espelhada. dependente de aquém. razão frágil, correspondente ao padrão. a essência escondida, o melhor escondido. o pior à exibição. fraqueza explícita. medo óbvio e do óbvio, da reação. alheia, diga-se de passagem. 'imutável'. estabilidade eterna.
pois é, dá para perceber que parte (talvez a maior, se pararmos para analisar) dos 'autos' são vazios, falsos. e esses 'autos' só se formam, e quando se formam, a partir de outros, quase nunca de nós mesmo, a partir de uma atitude espontânea.
'autos' que precisam das certezas e certificações de outros, que são sempre exibidos, mas só pela embalagem, porque não têm conteúdo a exibir.
texto complexo? talvez para aquele que insiste em não notar as próprias falhas ou nem pensa em repará-las, pois acredita que não existam.
independente do que seja ou sinta, seja e sinta. essa é seu verdadeiro 'eu'. nenhuma distorção será tão boa quanto o autêntico, nenhum 'auto'estudo será promissor se não for espontâneo, se não depender só de você.
se importe menos com o que os outros pensaram, pensariam ou pensarão. 'o importante é ser você. mesmo que seja estranho. seja você mesmo que seja bizarro'.
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